Um jogo que fez bastante sucesso nas plataformas em que ele foi lançado foi o Braid. Com um clima melancólico, uma arte muito bonita e uma jogabilidade baseada em manipulação do tempo, Braid foi sucesso de crítica e público e com certeza divertiu muita gente.
Então é natural que jogos como esse precedam a vinda de clones e mais clones, tentando se aproveitar do seu sucesso (do mesmo jeito que ocorre o tempo todo com filmes, seriados e outras formas de entretenimento que ficam em evidência). A maioria desses jogos preguiçosamente se limita a apenas copiar o estilo do jogo que os inspirou, tornando esse jogos mal vistos. No entanto, poucos desses games se destacam por apresentar uma nova maneira de jogar, seja transformando o jogo totalmente ou somente acrescentando algum pequeno detalhe agradável. É a esse último tipo que pertence o webgame The Company of Myself.

A primeira vista, The company of Myself é a cara de Braid: Você anda de um ponto A a um ponto B pra passar de fase, pula plataformas e aperta R pra voltar no tempo e reiniciar a fase. Conforme avança no jogo o pequeno eremita controlado pelo jogador vai contando sua historinha de porque ele é tão sozinho.
No entando, ao apertar a barra de espaço ele desaparece como fumaça e volta ao começo da fase, fazendo com que cópias de si próprio apareçam na tela. Esse é o detalhe que pra mim faz com que esse jogo se destaque! Essas cópias fazem exatamente os mesmos movimentos que você fez até o momento em que apertou a barra de espaço – como se você gravasse cada ato e a barra de espaço fosse um botão de Play – e é possível subir nas cópias para alcançar plataformas mais altas ou fazer com que elas atinjam lugares e interajam com objetos de um jeito que você, antes sozinho, não poderia fazer.

The Company of Myself é bem interessante, trazendo um conceito de jogo já conhecido sem perder a simplicidade e a qualidade.
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